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Mostrando postagens de 2011

Discípulo, entre no novo ano em plena comunhão com Jesus

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Discípulo procure entrar no novo ano em comunhão plena com o Senhor Jesus Cristo. Isto é o básico, é o essencial que deve-se fazer. Todas as demais dimensões de nossa vida dependem de termos a paz e a comunhão com o Senhor atualizadas. Sobre isso não pode haver qualquer dúvida em nós. Nada deve interferir ou se interpor nisso. O pecado, conforme disse o profeta Isaías, é o que faz a separação entre nós e o nosso Deus (Is 59.2). Portanto, devo, como diz o apóstolo Paulo, operar a minha salvação com temor e tremor (Fp 2.12) a fim de evitar o pecado e a consequente separação entre mim e meu Senhor.
Caro discípulo de Cristo, isto é fundamental para você. Não troque sua paz com Deus pela satisfação da carne. Não negocie sua salvação com as coisas efêmeras dessa vida. Não aceite as propostas tentadoras de Satanás, como ele mesmo fez com Jesus (Mt 4, Lc 4). E nós lemos como gloriosamente, o Senhor Jesus venceu todas as tentações resistindo somente com a Palavra de Deus. Fica a lição para tod…

Discípulo, libere perdão pela graça de Deus!

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Imitar a Cristo significa liberar perdão aos nossos ofensores. Sempre.
Ser discípulo de Jesus Cristo significa perdoar continuamente. Significa não guardar rancores. Significa também jogar fora todo ressentimento que teima em se incrustar em nossa alma. Pela graça de Deus, podemos sim perdoar completamente ao nosso ofensor.
Não é, evidentemente uma tarefa fácil. Nós não somos divinos. Somos seres decaídos. Criados à imagem e semelhança de Deus, mas afetados pelo impacto da Queda, temos uma dificuldade natural para perdoar quem nos tenha ofendido. Porém, agora como nova criatura em Cristo Jesus (2Co 5.17) o Espírito Santo passou a morar permanentemente em mim e posso, pelo poder que há nEle e pela graça de Deus, sobrepujar a inclinação do pecado que teima em querer fazer com que eu resguarde a mágoa em meu interior. Não sou obrigado a guardar o ressentimento, agora há poder em mim para perdoar. Isso é graça de Deus!
O discípulo de Jesus tem em seu Mestre o maior exemplo de como perdoar. P…

Discípulo, fique irado, mas cuide para não pecar

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Afinal, em que consiste a ira? Segundo Tim LaHaye, é o sentimento de desprazer, hostilidade, indignação ou exasperação extrema para com alguém ou alguma coisa; raiva; cólera; fúria. Outro autor, David Kornfield define ira como o desejo ardente de corrigir, atacar ou destruir algo (ou alguém) que nos incomoda ou ameaça.
Mas a ira pode sempre ser considerada um pecado? Ficar irado significa que pequei contra Deus? Às vezes sim, é pecado. Em outras vezes, não, seria apenas o extravasamento de uma emoção. Se você ficar irado , enraivecido, amado discípulo, todavia precisa ter cuidado para não pecar. Vamos tentar entender.
Primeiramente, devemos compreender de uma vez por todas de que a ira é uma emoção! Ou seja, se é emoção, deve ser expressada adequadamente e nisto nenhuma condenação há. Não é pecado. Passará a ser pecado, quando permitirmos que a ira nos leve à uma direção errada. Os resultados certamente serão maus. Por isso o salmista recomenda: "Deixa a ira, abandona o furor; n…

Discípulo, dê um descanso ao seu stress

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Vivemos dias em que o stress se tornou comum. Mas o que é o stress? Constitui-se em uma resposta às pressões que desequilibram nossas vidas. O dicionário o define como qualquer força exercida sobre um corpo (ou entidade) que tende a comprimir ou alterar a sua forma.
Especialmente nas grandes cidades, a vida que levamos de forma corrida, acarreta muito stress. Todavia, não devemos considerar que o stress seja sempre nos seja prejudicial. Na verdade, estaremos sempre respondendo a uma pressão aguda, preparando-nos para atacar ou fugir. Em si mesmo o stress não pode ser considerado destrutivo. A pressão que estamos sujeitos, os desafios, nos motivam, nos estimulam, nos ajudam a produzir. O discípulo de Jesus Cristo precisa estar consciente disso de forma ampla.
O homem está sujeito a desafios e mudanças. Tudo isso nos pressiona e gera stress. Todavia, deve haver a consideração que Deus usa isso para nos fazer crescer. Não podemos entrar na via da inevitabilidade do stress. Tanto Jesus como…

Discipulado é transformação de caráter

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Todo discípulo de Jesus Cristo está em uma jornada espiritual de crescimento. Ele sabe que enquanto vive nessa terra, tem por obrigação a busca desse crescimento e a consequente transformação conforme a semelhança de Cristo. Discipulado, em sua plena acepção significa nada menos do que isso - TRANSFORMAÇÃO DE CARÁTER!
Há cristãos que compreendem o discipulado como meramente um treinamento para ganhar almas para Jesus. Outros, entendem o discipulado como serviço social (servir sopão a moradores de rua, por ex.). Nada disso entretanto constitui-se na essência plena do discipulado autêntico, embora possam estar presentes. O que se busca é a transformação de caráter porque somos pecadores e após conhecermos a Jesus Cristo, obtendo a salvação de nossos pecados, precisamos em seguida entrar no processo santificatório e crescer em Jesus. Vai ocorrer a mudança interior gradativa, a substituição de nosso caráter afetado pelo pecado e a implementação de um caráter novo semelhante ao de Cristo Je…

Os três possíveis níveis de discipulado

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Quando falamos sobre o discipulado, devemos procurar compreender que existem níveis onde o discipulado acontece e onde ele se consuma. Existem três níveis ou dimensões de discipulado, o que ocorre no nível da grande multidão ou grande grupo, o que ocorre dentro de pequenos grupos, e o nível individual. Vamos tentar entender a cada um deles. Informo que não quero dogmatizar sobre o assunto, mas esse é um entendimento pessoal, fique bem claro.
Nível da grande multidão ou grande grupo - Refere-se ao fato de quando cremos em Jesus e passamos então a frequentar uma igreja. Estamos ali inseridos entre aquelas pessoas. Recebemos a pregação da Palavra de Deus, somos ministrados, louvamos ao Senhor com toda a congregação reunida, participamos da Ceia do Senhor, contribuímos financeiramente, oramos juntamente com os irmãos, enfim, estamos de alguma maneira recebendo de Deus, de Sua graça, sobre a nossa vida. Estamos sendo ministrados, estamos em fraternidade. Mas, infelizmente, esse nível não co…

Discipulado em um mundo em mudança

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Não restam dúvidas de que as transformações pelas quais o mundo tem experimentado nessas últimas décadas, influenciam também o trabalho da Igreja, notadamente o discipulado. A ordem de Jesus para irmos, e fazermos discípulos dentre todas as etnias (Mt 28.19,20), ainda permanece. Logo, o discipulado a ser exercido deve considerar essas mudanças porque uma nova cultura emergiu dessas transformações, está aí e não pode ser negada em hipótese alguma.
O mundo mudou muito, principalmente nesses anos iniciais do século 21. Por isso, a igreja por meio de sua liderança juntamente com todos os discípulos de Jesus, precisa reavaliar constantemente o peso dessas transformações sobre o discipulado porque certamente este precisará passar por adequações necessárias.
Não se pode negar a repercussão dessa transformação na paisagem cultural ao nosso redor. Por isso, entender o que se passa deve ser a primeira reação de todos os que, sinceramente, pretendem cumprir o ide de nosso Senhor e assim, realiz…

O que o discípulo de Jesus pode aprender com as orações da Bíblia - 5

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Com a reflexão de hoje, estarei encerrando esse singelo estudo sobre a oração. Hoje falarei do quinto aspecto que deve constar na oração de todo o discípulo de Jesus, que é a adoração. Falei sobre a intercessão, a petição, as ações de graça, a confissão e encerramos o ciclo hoje com a adoração.
No livro de Neemias, encontramos um modelo de oração de adoração que nos constrange a fazer da mesma maneira. Aquele povo regressara do exílio em Babilônia e agora, sob a direção do servo de Deus, Neemias, ouvira a leitura da Lei por Esdras e participara da celebração da Festa dos Tabernáculos, no sétimo mês, durante a primeira semana do mês (Ne 8). Quinze dias depois (Ne 9.1), ajuntara-se o povo com jejum e saco e traziam terra sobre si, denotando a condição de penitência, de contrição, diante do Senhor. Estavam de pé na presença de Deus, separados de todos os estrangeiros, fizeram confissão de seus pecados e das iniquidades de seus pais em arrependimento e humilhação. Leram no livro da Lei e…

O que o discípulo de Jesus pode aprender com as orações da Bíblia - 4

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Amados irmãos, discípulos de Jesus, voltamos nessa semana à continuidade de nosso estudo bíblico sobre a oração. Já abordamos a intercessão, a petição e as ações de graça. Hoje, estamos apresentando o quarto aspecto, a confissão. Alguns textos que embasam a prática de confessar a Deus os nossos pecados, Pv 28.13: "O que encobre suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia." Lm 3.39: "De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados." E as palavras de Jesus no Sermão do Monte: "E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores" (Mt 6.12), também, Lc 11.4a: "E perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve".
A oração que o profeta Daniel fez, confessando os pecados de seu povo, está em Daniel 9.1-19. Ali, exilado em Babilônia, reconhece através dos escritos do profeta Jeremias (Dn 9.2), de que o tempo das desolações …

O que o discípulo de Jesus pode aprender com as orações da Bíblia - 3

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Já tivemos a oportunidade nas duas semanas anteriores de falar sobre os dois primeiros aspectos da oração, a intercessão e a petição. Hoje meditaremos no terceiro aspecto, ação de graças. Para tanto, o texto que embasará nossa reflexão está em Êxodo 15.1-21. É o cântico de agradecimento de Moisés pelo livramento de Israel do domínio de Faraó e dos egípcios. No cap. 14 versos 29 a 31 lemos dessa forma: "Mas os filhos de Israel foram pelo meio do mar seco; e as águas foram-lhes como muro à sua mão direita e à sua esquerda. Assim o Senhor salvou Israel naquele dia da mãos dos egípcios; e Israel viu os egípcios mortos na praia do mar. E viu Israel a grande mão que o Senhor mostrara aos egípcios; e temeu o povo ao Senhor, e creu no Senhor e em Moisés, seu servo."
Na sequência, cap. 15, Moisés e os filhos de Israel, com grande alegria e gratidão em seus corações por causa de tão grande livramento, passam a entoar um cântico. Os cinco primeiros versículos evidenciam bem de como se l…

O que o discípulo de Jesus pode aprender com as orações da Bíblia - 2

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Semana passada falamos sobre a intercessão. Mencionei o texto de Gn 18 o qual informa que Abraão intercedeu  a Deus por Sodoma, caso houvesse ali houvesse algum justo (como era o caso de Ló). Hoje gostaria de falar sobre outro aspecto da oração, a petição. Para tanto, quero citar ainda o livro de Gênesis no cap. 24 onde lemos que Abraão chama seu servo mais velho da casa e, sob juramento, o envia à sua terra de nascimento para que dali, dentre sua parentela, suscitar uma esposa para seu filho Isaque (Gn 24.1-67).
O que me chama atenção nessa passagem tão sublime em Gênesis é a maneira como fielmente o servo de Abraão obedeceu ao mandado de seu senhor e como ele teve fé de pedir a Deus, fazendo uma prova com Ele e tendo como recompensa a resposta igualmente fiel do Senhor, leiamos: "Pela tarde, na hora em que as mulheres saíam para tirar água, ele fez os camelos se ajoelharem junto ao poço de água, fora da cidade. E disse: Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, peço-te que me dês b…

O que o discípulo de Jesus pode aprender com as orações da Bíblia - 1

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O que nós, que seguimos a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, poderemos aprender com as orações que se encontram por todo o texto sagrado? Penso que em nossa vida de discipulado constante com Jesus, aprenderemos tanto o que consta nas Escrituras do AT como no NT porque o que está registrado na Bíblia é para nossa edificação, nosso proveito (Rm 15.4; 2Tm 3.16).
No que tange à oração, Jesus disse que deveríamos orar sempre. O evangelista Lucas registrou isto dessa maneira: "E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer" (Lc 18.1). Ele estava ministrando aos seus discípulos este ensinamento, logo, é extensivo a todos nós também discípulos d'Ele nesta geração.

Gostaria de reportar-me, iniciando esta série, sobre a oração de nosso pai da fé, Abraão. Em Gênesis 18, lemos que o Senhor aparece a Abraão e lhe comunica de que efetivamente ele e Sara em sua idade avançada seriam pais de um filho (1-16). Em seguida, Deus lhe anuncia de que destr…

Joio no meio do trigo - os que estão na igreja mas não são discípulos

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Na parábola do joio e do trigo (Mt 13.24-30;36-43), Jesus nos deu um ensinamento claro de que coexistirão até o dia de Sua vinda tanto o joio - aqueles que tem aparência e modos de discípulos de Cristo, mas não o são, e o trigo - aqueles que realmente e efetivamente são verdadeiros discípulos.
Esta planta cresce nas mesmas zonas produtoras de trigo e é uma erva daninha. São muito parecidas, a tal ponto de em algumas regiões produtoras de trigo, chamarem-na de "falso trigo". Se o trigo for colhido e processado junto com uma pequena quantidade de joio, comprometerá a qualidade do trigo. Esta erva daninha pode ser também venenosa.
Diante da vontade dos servos do pai de família de arrancar o joio que o inimigo havia semeado no meio do trigo, este disse que esperassem até a colheita para que então arrancassem primeiro o joio e o lançassem ao fogo e o trigo fosse recolhido aos celeiros. Se o pai de família permitisse arrancar o joio antes da colheita, arrancaria também o trigo e es…

O discipulado que não impõe um jugo

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"Agora, por que quereis colocar Deus à prova, impondo aos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós podemos suportar?"
(Atos 15.10 - Almeida Séc. 21)

O discipulado que não impõe um jugo é aquele que respeita a individualidade do ser humano. O discipulado que não impõe um jugo, é aquele que considera as pessoas em sua cultura própria, de origem. O discipulado que não impõe um jugo, é aquele que não faz apologia de doutrinas humanas. O discipulado que não impõe um jugo honra ao Senhor exatamente porque não promove ideologias humanas em detrimento da pureza da Palavra de Deus para o crescimento sadio do discípulo de Jesus Cristo.
A igreja de Jerusalém retratada em Atos 15, convocou uma reunião para tratar do problema que havia surgido pelo fato de que, na igreja situada em Antioquia, alguns da seita dos fariseus, que haviam crido (v.5), oriundos de Jerusalém, estavam ensinando àqueles irmãos de origem gentia de que se eles não se circuncidassem segundo a lei de Moisés, não po…

A boa semente, o fruto e o bom solo do coração do discípulo

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Segundo a parábola contada por Jesus em Mateus 13 e Marcos 4, a parábola do semeador, existem quatro tipos de solo onde a semente cai: o solo à beira do caminho; o solo rochoso; o solo entre os espinhos e, finalmente, o bom solo, a boa terra onde, após ter caído, a semente brota, germina e produz seus frutos conforme sua espécie.
O coração de um genuíno discípulo de Jesus tem de ser necessariamente boa terra. Onde a Palavra de Deus, que é a boa semente, caiu, brotou e está e estará produzindo muitos frutos. Pode ser que inicialmente produza trinta por um , ou ainda, sessenta por um, mas Jesus disse que pode chegar a cem por um (Mt 13.8;Mc 4.8). Ou seja, produção máxima de frutos. Se você é discípulo verdadeiro de Jesus Cristo, então a semente da Palavra de Deus, a boa semente, caiu em solo fértil, porque tenho certeza, conforme as santas palavras do Senhor, de que você está sim produzindo frutos.
Agora, observe que há três progressões na produção de frutos, trinta, sessenta e cem por um…

O pastor e sua responsabilidade para com o discipulado

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De quem é a responsabilidade de conscientização e ação no tocante ao discipulado na igreja? De ninguém mais a não ser o pastor. É ele, semelhantemente a Jesus, quem deve planejar e colocar em prática o discipulado na igreja o qual é o responsável. Ele deve ensinar sobre o assunto à luz da Bíblia para toda a congregação, deve treinar discipuladores e ele mesmo deve discipular alguém.
Sabemos que dependendo do tamanho da igreja, essa tarefa para o pastor pode ser mais facilitada ou não. O que não se pode aceitar é uma congregação que não possua um processo discipulatório. Um pastor que não se interesse pelo crescimento em Cristo de seus irmãos, que não os procure, que não se importe com isso, que fique apenas nas teorizações, não é um pastor que apascenta o rebanho de Cristo com conhecimento e com inteligência. (Jr 3.15).
Com o advento das assim chamadas mega-igrejas, o que acontece muitas vezes é que o discípulo de Jesus é somente mais uma gota naquele oceano. Ou seja, valoriza-se em mui…