quinta-feira, 20 de julho de 2017

O Discípulo e as Bênçãos da Salvação


Das muitas, inumeráveis e abundantes reflexões que a Palavra de Deus proporciona a todos nós, discípulos de Cristo, está o que concerne à obra de salvação.

Em  Cristo nós fomos justificados, regenerados, santificados, adotados e glorificados.

Gosto por demais de meditar nesses cinco aspectos. Há outros, mas creio que nesses está a essência da obra divina em nós levada a efeito através do sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

Em nossa caminhada na vida cristã, as meditações diárias e contínuas na Palavra de Deus leva-nos a sermos enchidos com a plenitude dEle e nossa mente e pensamentos adquirem a forma da mente e pensamentos do Eterno.

Sendo assim, meditar, pensar, refletir, ler e estudar acerca de "nossa comum salvação" (Jd 3) é algo desejável e inadiável e proporcionará frutos de excelência em nosso viver. 

Assim sendo, quando penso em justificação (Rm 3.24-30) leio e aprendo nessa passagem da epístola aos Romanos de que o homem é justificado pela fé na redenção efetuada por Jesus Cristo na cruz do Calvário. Deus é justo visto ter condenado o pecado por meio do sacrifício de Jesus, e é também justificador pois declara justo o pecador que crê na obra vicária, substitutiva de Cristo em seu favor, aleluia, glória a Deus! Portanto, o homem, culpado e irremediavelmente condenado perante Deus, é absolvido e declarado justo, isto é, justificado.

Quando penso em regeneração (Ef 2.1,2), constato por meio dessa passagem em Efésios de que, em meu estado natural, estava morto em transgressões e pecados. Mas o texto declara de que fui vivificado, ou seja, regenerado. Eu nasci de novo, pois. À minha alma morta em ofensas e pecados contra Deus, foi concedida nova vida sobrenaturalmente por causa da obra de Cristo realizada na cruz.  

Quando penso na santificação (1Ts 5.23; 1Pe 1.15,16), posso discernir pelas Escrituras que o Senhor é santo e ordenou fossemos santos em todo nosso viver. Ele nos santifica em tudo e Ele nos comunica que esta é a Sua vontade: a nossa santificação (1Ts 4.3). Essa santificação é tanto posicional - instantaneamente outorgada no momento em que fomos salvos (1Co 1.2; 6.11) mas também ela é progressiva, deve ser crescente e ocorrendo como um processo contínuo no decorrer da vida cristã (Rm 12.1,2; Hb 12.14). 

Quando penso em adoção (Jo 1.12,13; Rm 8.15,16; Ef 2.19), esclarecido sou pela Bíblia Sagrada de que Deus é Pai (Hb 12.4-10) e que pelo Seu poder fui feito Seu filho recebendo o Espírito de adoção de filho, ou seja, o próprio Espírito Santo que por sua vez testificará ao meu espírito de que sou filho de Deus e, por conseguinte, pertencente à vasta família de Deus (Hb 12.22,23).

E finalmente, quando penso em glorificação (Rm 8.30) aprendo por meio da revelação  escrita de Deus que o cristão será glorificado, revestido de glória eterna quando da volta de Jesus. Ele será revestido de imortalidade e de incorruptibilidade (1Co 15.51-54). Entretanto, há outro aspecto da bênção da glorificação e é o fato que, quando fui salvo, o Espírito Santo passou a fazer morada em meu corpo (Jo 14.17; 1Co 6.19; 2Tm 1.14; 1Jo 3.24). Assim como o templo de Salomão quando foi inaugurado, sendo dedicado a Deus ficou cheio da glória do Senhor, a shekinah encheu aquela casa e ninguém podia entrar nela (2Cr 5.13,14) e igualmente depois que o rei Salomão orou e ofereceu sacrifícios (2Cr 7.1-3), a glória de Deus encheu toda a casa do Senhor, assim também para conosco ocorre visto que o Espírito de Deus passou a habitar em nós. Nosso corpo é o templo do Espírito Santo e isso somente pôde tornar-se uma gloriosa realidade como efeito da obra de salvação realizada por Cristo na cruz. Na verdade, somos habitação do Deus Trino, pois o Senhor declarou: "Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada" (Jo 14.23) e isso ocorre através da Pessoa bendita do Espírito Santo.

Discípulo de Cristo, essas são, penso eu, as cinco principais bênçãos pertencentes à salvação: justificação, regeneração, santificação, adoção e glorificação. Pense nos cinco dedos de sua mão espalmada e você conseguirá memorizar essas bênçãos. Elas estão em sua vida de forma permanente por causa da obra consumada de uma vez por todas lá na cruz (Jo 19.30)!

Minha oração é que você possa viver de forma digna como um autêntico discípulo de Cristo e regozijar-se nessas e em todas as benignidades do Senhor. É Ele quem nos ajuda na senda do discipulado, no caminho do aprendizado para que sejamos semelhantes a Ele.

Discípulo, que o Senhor te abençoe muito mais por Cristo Jesus, amém!  

quarta-feira, 14 de junho de 2017

O Discípulo e a Identidade de Cristo


É possível que alguém se reconheça como cristão, que deposite fé na Pessoa de Jesus Cristo, que confiou nEle como seu Único Salvador e Senhor, sendo pois seu discípulo e aprendiz, é bem possível que essa pessoa desconheça a real identidade de Cristo – quem Ele é realmente.

Apresentada tal possibilidade, bem podemos supor que o Espírito Santo conduza o discípulo de Cristo às páginas dos Evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) para que ele se coloque diante do mesmo Jesus que falava com os primeiros discípulos e também ouça e tente responder às duas perguntas lançadas pelo Mestre: 1) Quem dizem os homens que eu sou? 2) Quem VOCÊS dizem que eu sou? (Mt 16.13-16; Mc 827-29; Lc 9.18-20).
  
A primeira pergunta, segundo os textos bíblicos em apreço, foi respondida em conjunto pelos discípulos. Porém, o segundo questionamento de Cristo foi respondido prontamente e com correção por Pedro: “Tu é o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16).

O Senhor alegrou-se por certo com a resposta correta de Seu discípulo e declarou que essa precisão e porque não dizer, também a prontidão em responder, deveu-se à revelação de Deus Pai. Um “apokalupsis” (“apocalipse”, revelação) ocorrera naquele instante da parte de Deus e Simão Pedro pôde responder de maneira adequada.
            
Nunca deveremos menosprezar o que Cristo fala. Jamais deveríamos considerar como algo irrelevante os questionamentos do Senhor!

Nesse caso, Suas perguntas envolviam algo crucial: Sua identidade. Quem era Ele?

Sendo você discípulo de Cristo, saberia identificá-lo de pronto? Saberia responder adequadamente tal pergunta que é sim, por demais importante?

A questão da identidade de Cristo é prioritária. Tanto é assim que, com os discípulos reunidos em torno de Si, Jesus fez duas perguntas sobre o tema, primeiramente querendo saber o que eles, discípulos, declarariam.

Refletindo um pouco mais, se não fosse a pronta e precisa resposta de Simão Pedro, o que os demais discípulos responderiam? Será que suas respostas seriam semelhantes aquelas da opinião pública? E o próprio Pedro, caso o Senhor Deus não lhe revelasse a identidade de Cristo, como o próprio Jesus testemunhou que assim havia ocorrido, teria afirmado que o Cristo era João Batista, Elias ou algum dos profetas do AT?

E eu e você? Como identificamos nosso amado Salvador? Que pensamos nós de Cristo? Nós, discípulos dEle nesta primeira década do século XXI, compreendemos através das Sagradas Escrituras que Jesus Cristo é o Filho unigênito de Deus (Jo 3.16), sendo Deus manifesto em carne (1Tm 3.16) e em Quem habita corporalmente toda plenitude da divindade (Cl 2.9)?

Os homens do mundo, conforme a resposta dada pelo discípulos à primeira indagação de Jesus, não identificarão o Cristo, o Mashiach (Messias, o Ungido). Ele seria um homem bom, notável, dotado de uma ética profunda, uma moral ilibada. Alguns poderão identificar Cristo como um grande mestre, que ensinava de forma inigualável. Outros poderão identificar nEle um profeta que trouxe uma nova revelação, no mesmo nível de Buda ou Maomé. Haverá ainda aqueles, como os gnósticos, que afirmarão que Jesus Cristo era Deus mas não se manifestou em carne, era mera aparência (1Jo 4.1-3).

O discípulo genuíno de Cristo, ao contrário, semelhantemente a Pedro têm a revelação de Deus diante de si, a Bíblia. O sagrado depósito das Escrituras revela de forma iniludível quem é de fato Jesus Cristo. Ele é Aquele anunciado pela primeira vez por Deus em Gn 3.15, o assim chamado proto-evangelho, a primeira anunciação do vindouro Salvador e que esmagaria, de fato, a cabeça da serpente, Satanás (Rm 16.20; Hb 2.14). Ele é o que foi entregue ao sofrimento e à morte e depois ressuscitou, por causa de nossos pecados (Is 53; Rm 4.25). Ele é Aquele que foi feito semelhante a nós na encarnação (Fp 2.5-8; Jo 1.14), porém, sem pecado algum (Hb 4.15; Jo 8.46). É dEle e de nenhum outro, que provém salvação para todos os homens (At 4.12; Hb 9.12; 1Tm 2.6). Ele é o único e vivo caminho para Deus Pai (Hb 10.20; Jo 14.6). Ele é, enfim, o Mediador de um novo testamento (Hb 9.15) e é Ele mesmo, o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5). Ele é Aquele que virá pela segunda vez nas nuvens do céu, como o Filho do Homem (Dn 7.13; At 1.11; Ap 1.7). Ele receberá o domínio, a honra, o reino para que todos os povos e nações o sirvam e seu domínio jamais passará e seu reino jamais será destruído (Dn 7.14; Fp 2.9-11;Hb 2.9,10; Ap 1.8; 19.11-21).

À pergunta: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu enfática e gloriosamente: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” Ele fez tal declaração por meio de uma revelação divina. Nós, discípulos de Cristo hoje, possuímos a revelação completa de Deus nas páginas do Antigo e Novo Testamento. Teremos nós dedicado tempo para entender a identidade verdadeira de Jesus por meio da única e autorizada revelação como consta na Bíblia ou, miseravelmente alguns de nós, embora professando o Nome de Cristo, temos tido um entendimento mundano sobre quem é o Filho de Deus?

Discípulo de Cristo, pense nisso!


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O DISCÍPULO E A SAÚDE DA IGREJA LOCAL


Quando Jesus Cristo estabeleceu o colégio apostólico, fez com que Seus discípulos andassem de forma estreita com Ele durante 3 anos. Ensinou-os por palavra e por exemplo. Ilustrou vividamente os ensinos do Reino de Deus, pregou, ensinou, expulsou demônios e curou a muitos dentre as multidões. Os doze apóstolos tiveram um curso intensivo acerca do Evangelho. Isso tudo se tornou a semente para que a Igreja de Cristo que surgiria em plenitude no Dia de Pentecostes (Atos 2) pudesse ter uma base sólida na fé. Depois vimos como Jesus chamou e vocacionou o apóstolo Paulo e isso de tal forma que Ele tornou-se o maior evangelista e também o maior ensinador do NT tendo escrito pelo menos 13 epístolas (14, segundo alguns estudiosos, se incluir a Epístola aos Hebreus). Os escritos paulinos, bem como os demais autores neotestamentários dão muita orientação às igrejas e indivíduos às quais são dirigidas e o objetivo claro dos apóstolos, sob orientação do Espírito Santo, é no sentido que a Igreja em sua coletividade pudesse ter saúde espiritual.

Porém não se pode pensar em saúde eclesiástica se os membros do Corpo de Cristo não viverem uma vida abundante nEle. É necessário que a boa obra que começou na vida do cristão quando ele aceitou a Cristo, possa ser aperfeiçoada até o dia de Sua vinda (Fp 1.6). O discípulo de Jesus Cristo precisa ter saúde espiritual. A igreja local igualmente. Tanto a saúde do membro individual como do Corpo em sua totalidade são absolutamente necessários à missão da Igreja no mundo. Jesus não constituiu Sua Igreja para que padecesse de enfermidades espirituais, mas que fosse plena em sua saúde. Os membros precisam cada um de per si, viver espiritualmente saudáveis.

Passaremos então a discorrer sobre a maneira mais adequada de um discípulo de Cristo ter saúde espiritual. Primeiramente seguir bem de perto ao Senhor Jesus é a primeira grande lição que devemos guardar. Jesus chamou os doze para estivessem junto a Si (Mc 3.13; Lc 6.13). Em seguida, aprendemos que devemos ser imitadores de Jesus Cristo. Paulo claramente ensina isso (1Co 11.1). Após algum tempo observando o Mestre, este comissionou os doze para que colocassem em prática o que haviam aprendido (Mt 10.1-42). Eles foram e procuraram colocar em prática a vivência intensiva que tiveram com Cristo, imitando-O. Em terceiro lugar, o discípulo deve viver como liberto em Cristo. Pode acontecer de alguém que foi salvo em Jesus permanecer preso aos hábitos e pensamentos oriundos de sua antiga maneira de viver. Entretanto, a Bíblia diz que aquele que está em Cristo é nova criatura ou nova criação havendo ficado para trás as coisas da vida antiga (2Co 5.17). Além disso, as Escrituras em Romanos 12.1,2 exortam para que tenhamos uma vida de consagração a Deus e experimentemos Sua vontade através de uma transformação interior por meio da renovação de nossa mente ou nosso entendimento.

De forma bem simplificada, acreditamos que estes três elementos, seguir a Cristo bem de perto, imitá-Lo em tudo e viver na liberdade que Cristo nos conquistou na cruz, proporcionarão saúde espiritual a todo discípulo que a isso se dispuser. Seguir a Cristo declara sobre nossa união com Cristo, algo evidentemente vital em nossa jornada cristã (Jo 15.1-8; Cl 3.14). Imitá-Lo deve ser uma prática constante de vida de oração, leitura e meditação nas Escrituras, evangelização dos perdidos, humildade, mansidão, benignidade, atos de misericórdia, bondade, alegria, amor, enfim, tudo o que vemos em Jesus no NT deveremos, com a preciosa ajuda do Espírito Santo, imitar sem hesitar. Finalmente, viver com Cristo em liberdade é saber e entender que na cruz os poderes das potestades espirituais da maldade foram verdadeiramente derrotadas (Cl 2.15).


Se alguém é discípulo genuíno de Cristo e fazendo estas coisas, o resultado é que ele será possuidor de saúde espiritual. E se todos os discípulos genuínos de Cristo em uma igreja local igualmente andarem dessa maneira, o resultado não será outro, ou seja, saúde espiritual que certamente beneficiará tanto os de dentro como os de fora que precisam ser alcançados com a mensagem vivificadora e abençoadora do Evangelho.

Que todos nós, discípulos de Cristo sejamos dotados de saúde espiritual, seguindo de perto a Cristo, imitando-O e vivendo na plenitude da liberdade que Ele nos conquistou na cruz.

domingo, 24 de agosto de 2014

Discípulos que ouvem a pregação da Palavra de Deus


DISCÍPULOS DE JESUS CRISTO devem ouvir a genuína pregação da Palavra de Deus e assim ser edificados.

MAS O QUE ACONTECE quando, em um culto, na hora da pregação da mensagem, muitos crentes levantam e saem do recinto, alguns para conversarem no lado externo do templo ou local de reunião e outros para irem para suas casas?

CONVÉM UMA REFLEXÃO nesse sentido. Será que muitos discípulos de Jesus estão, por muito pouco, negligenciando o que está escrito em Rm 10.17:“De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus?

PAULO NOS ENSINA por meio dessa passagem de que nossa fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus. Isso significa que deveremos atentar para a palavra pregada. Não qualquer palavra, não qualquer pregador. Visto que muitos não pregam a Cristo, mas falam de si mesmos, ou, acrescentam à pura Palavra de Deus coisas estranhas e que mais satisfazem ao ego humano do que glorificam ao Deus da Palavra. Fica óbvio que a fé não pode ser gerada dessa forma e muito menos crescer nos corações dos ouvintes!

TENHO VISTO crentes saírem do recinto na hora em que o pregador assume o púlpito para pregar. E sei que muitos que fazem isso, mal conhecem aquele que lhes pregará as Escrituras ou absolutamente nada sabem sobre ele. É com tristeza que podemos constatar que muitos desses crentes consideram o culto somente mais um momento em sua agenda ou um passatempo, um entretenimento. Não lhes interessa ouvir uma palavra vinda da parte de Deus pela instrumentalidade dos servos que Ele chamou e capacitou para tanto.

NO QUE TANGE ao discipulado genuíno, tanto é importante o contato pessoal entre os membros do Corpo de Cristo como também ouvir uma pregação eminentemente bíblica. A reunião com outro servo de Deus através do qual sou discipulado, a reunião no grupo pequeno são elementos fundamentais em minha edificação e crescimento em Cristo, tanto como ouvir um consagrado servo do Senhor pregar uma mensagem com conteúdo bíblico verdadeiro.

O FUNDAMENTO APROPRIADO da pregação é a Bíblia, mas ela, a Palavra de Deus, está ficando notavelmente ausente na pregação contemporânea. Não deveríamos ouvir mensagens do tipo "auto-ajuda" ou outras com anedotas ou coisas semelhantes. Precisamos nessa urgente hora sermos alimentados com o genuíno "pão descido do céu" (Jo 6.50,51,58).

O MEIO POR EXCELÊNCIA para o Senhor Jesus salvar, santificar e fortalecer Sua Igreja ainda é a pregação. Sabemos então que é a proclamação do Evangelho que produzirá verdadeira fé nos discípulos de Cristo (Rm10.14). 

JOHN MAcARTHUR discorrendo em seu excelente livro "Redescobrindo o Ministério Pastoral" (CPAD) elenca quatro aspectos que os pastores e porque não dizer, todos os discípulos de Cristo, deveriam considerar acerca da importância da pregação: 1) A pregação deve receber a devida prioridade; 2) A pregação deve receber a devida fundamentação; 3) A pregação deve possuir o devido conteúdo; 4) A pregação deve conter o devido compromisso. Prioridade na atividade da pregação, fundamentação e conteúdo bíblicos e o compromisso de pregar somente a Palavra de Deus e nada mais. Será que tudo isso por si só não declara que deveríamos parar e ouvir a mensagem da Palavra inspirada do Senhor por meio dos servos que Ele chamou e capacitou?

O DISCÍPULO de Jesus Cristo precisa parar a fim de ouvir a Palavra de Deus. Em nosso mundo moderno, muitas são as distrações que não contribuem para essa salutar ação. O coração de um discípulo deve mesmo se preparar com antecedência para o que Deus deseja ministrar-lhe. Talvez essa seja a razão de muitos se impacientarem e se ausentarem de uma reunião cristã pois não estão preparados para ouvirem aquilo que seria necessário para alimentar-lhes a alma.   

ENTRETANTO, o Espírito de Deus continuará a trabalhar no coração do discípulo e Ele o fará não só por meio da pregação como também persuadindo o cristão de que Ele deve parar e ouvir. Assim como Maria que encerrou todos os afazeres domésticos e sentou-se para ouvir a mensagem de Cristo. Marta, contrariamente e a exemplo de tantos hoje, continuava atribulada e atarefada (Lc 10.38-42):E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa; E tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Marta, porém, andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude. E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.”
 
QUE ESTE BOM EXEMPLO possa nos contagiar e que, como a discípula Maria, possamos parar para ouvir a genuína Palavra de Cristo, deixando toda preocupação e cuidados dessa vida, exatamente aos cuidados dEle  (Mt 11.28). Que o Senhor Deus possa falar em teu coração agora mesmo, amém!
  
 
 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A simplicidade de uma criança é essencial ao discipulado cristão


TEMOS MUITO QUE APRENDER com a simplicidade de uma criança. Há lições importantíssimas a aprender com elas. Em muitas passagens dos evangelhos, lemos como Jesus era terno e atencioso para com estes pequenos seres humanos. E em como ele se utilizou delas a fim de ensinar-nos lições preciosas que bem faremos em atentar.

EM MATEUS 18.1 o Senhor Jesus foi argüido pelos discípulos que lhe indagaram sobre quem seria o maior no reino dos céus. Então Jesus chamou um menino para junto de Si, colocou-o no meio deles e disse: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus. Quem, pois, se tornar humilde como este menino, esse será o maior no reino dos céus” (Mt 18.3,4).

QUAL A SIGNIFICÂNCIA  que uma simples criança têm para quem quer seguir a Jesus Cristo? Em primeiro lugar, a importância que Jesus atribuiu às crianças é a mesma ao qual deveremos atribuir. Segundo, o Senhor considerou como fundamental para todos que pretendem segui-Lo, que tivessem a atitude humilde, confiante, despojada, espontânea e ausente de malícia que toda criança naturalmente é possuidora. Observar a vida e a atitude dos infantes é uma verdadeira escola sobre humildade, confiança e despojamento. Jesus, todavia, não está ensinando uma ingenuidade tola. Ingenuidade esta que nos levaria a ser enganado facilmente pelas pessoas. O apóstolo Paulo escreveu assim: “Irmãos, deixem de pensar como crianças. Com respeito ao mal, sejam crianças, quanto ao modo de pensar, sejam adultos” (1Co 14.20). Observaremos a atitude de uma criança pois, para aprendermos a atitude desejada por Jesus que é a singeleza de coração.

A VIDA DO SERVO DE CRISTO tem de ser uma vida diferente da vida do homem que é servo do pecado (Rm 6.17). No caminho do discipulado, a exigência de Cristo é sem meio-termo: devemos ser como crianças, abominando a malícia em nossa vida e procurando a cada dia a pureza, a santidade, o caminho estreito de renúncia pessoal aos nossos apetites pecaminosos. Aprenderemos também de uma criança a alegria espontânea; a despreocupação com bens materiais; a ausência de hipocrisia; ignorância quanto a sentimentos de vingança ou ressentimentos. Não poderia haver para nós exemplo melhor do que uma criança, para, através dela, lembrarmos o quanto somos “... amantes de si mesmos, avarentos, pretensiosos, soberbos, maldizentes, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, insolentes, presunçosos, amando mais os prazeres do que a Deus” (2Tm 3.2-4).

APRENDAMOS, POIS a lição que Jesus nos dá através das crianças. A pureza delas deve ser nossa inspiração de todo dia. A  simplicidade pura e que agrada a Deus, acima de qualquer atitude maliciosa oriunda da natureza decaída do homem. Que relacionamentos teremos entre nós, discípulos de Cristo, se desprovidos estivermos de toda espécie de malícia. O apóstolo Pedro escreveu: “Deixando, pois toda malícia, e todo o engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações, desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo” (1Pe 2.1,2).  

CAMINHANDO POIS COMO DISCÍPULOS de Cristo neste mundo, deveremos então ser como crianças para que entremos no Reino de Deus. Quem assim proceder, inclusive, será tido pelo Senhor como o maior no Reino dos céus. Convertamo-nos pois a Ele de nossa malícia e de nossos muitos pecados. Que Deus nos abençoe a todos com Sua inigualável graça!




sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O discípulo e a promessa do retorno de Jesus


NOSSA ESPERANÇA enquanto discípulos de Jesus se encontra em confiarmos plenamente na Palavra de Deus. Em tudo o que ela diz em tudo o que ela ensina, em todo o conjunto de ordenanças que Deus nos revelou para observássemos. E em todas as suas “grandíssimas e preciosas promessas” (2Pe 1.4).

QUANDO ALGUÉM nos promete algo, principalmente se for aquilo que nos deixará felizes, satisfeitos, realizados, ficamos ansiosos enquanto a promessa não é cumprida. Assim somos nós no tocante às promessas divinas: aguardamos com expectativa o cumprimento pleno de tudo aquilo que o Senhor em Sua Palavra têm nos prometido.

SÃO INÚMERAS as promessas de Deus nas Escrituras. Se fossemos declinar aqui cada uma delas, este texto ficaria extenso em extremo. Mas me debruço sobre aquela que se constitui a promessas das promessas a meu ver, que é a que se refere ao breve retorno de Jesus Cristo. A Bíblia é categórica em afirmar que o Senhor Jesus voltará a esta terra pela segunda vez. Ele afirmou no capítulo 8 do Evangelho de João, verso 23 de que Ele era de cima, era de outro mundo, ou seja, era do céu. E para lá Ele voltaria (após Seu sofrimento, morte e ressurreição) e depois voltaria para buscar os que cressem nEle (Jo 14.2,3).

O DISCÍPULO DE JESUS CRISTO sabe, por causa do testemunho do Espírito Santo em seu coração, mediante o que está registrado na revelação de Deus, a Bíblia Sagrada, que Jesus Cristo voltará pela segunda vez. Como diz a letra do hino 300 da Harpa Cristã: “Nossa esperança é Sua vinda/O Rei dos reis vem nos buscar/nós aguardamos Jesus ainda/Té a luz da manhã raiar." Sendo assim, a vida que ora temos no presente tempo, deve estar sob o foco dessa bendita esperança.

SE NOSSA CAMINHADA neste presente mundo não estiver centrada na bendita promessa e esperança da volta de Jesus, nossa fé não passará de um conto de fadas. O apóstolo Pedro escreve: “Que, mediante a fé, estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo. Em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações” (1Pe 1.5,6).

TÃO CERTA COMO FOI a primeira vinda do Senhor, assim será Sua segunda vinda. Os discípulos de Jesus têm motivos sobejos para manter sua diligência em uma vida de peregrinação aqui neste mundo (1Pe 2.11,12), enquanto se avizinha o retorno de seu Mestre e Senhor. É necessário ser cuidadoso nesta peregrinação, para que não seja tomado de amor pelo sistema mundano de valores e assim incorra na rejeição de Deus (Tg 4.4; 1Jo 2.15-17).

A CAMINHADA DO DISCIPULADO se constitui em renúncia pessoal diária. Essa caminhada tem um começo – quando nos convertemos, passando da morte espiritual para a nova vida em Cristo; tem um meio – quando estamos vivendo no presente tempo de nossa vida, em santidade e temor ao Senhor, sendo transformados dia-a-dia enquanto vai sendo implantada em nós a imagem de Jesus Cristo; tem um fim – exatamente quando o Senhor Jesus retornar para nos buscar, consumando assim a nossa salvação, e assim estaremos para todo o sempre com Ele.

PORTANTO, MEU DILETO discípulo de Jesus e irmão na fé, mantenha seu foco no Senhor em todo o tempo. O escritor aos Hebreus diz: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé.” (12.2a). Jesus disse que Seu retorno será repentino, será rápido, será de surpresa. O que mais importa para o discípulo é que seja cada vez mais parecido com Ele dia-dia e isto também vem a significar comunhão de pensamentos e intenções. Sendo assim, estaremos alertas, estaremos de prontidão, estaremos cuidando diligentemente de nossa vida com Deus e esse dia do retorno de Cristo será de fato um dia de inigualável felicidade para todos nós. O mesmo não se pode falar dos ímpios e dos que, embora levem o nome de cristãos, na verdade são desobedientes ao Evangelho, não buscam uma vida de verdadeira santidade e consagração, não buscam viver como discípulos autênticos, para esses então, o dia do retorno de Cristo será de terror e julgamento (2Ts 1.6-10).

DISCÍPULO DE CRISTO, meu companheiro de jornada de fé, vivamos pois uma vida digna dAquele que nos redimiu. Estejamos prontos. A palavra de Deus diz: “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” (1Ts 5.23).

SEJAMOS EM TUDO fiéis ao Senhor. Para que, pela graça de Deus, em nossa vida possa se suceder assim: “E esperar dos céus o seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.” (1Ts 1.10).

DEUS nos abençoe, hoje e sempre!

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A massificação do discipulado cristão


GOSTARIA de entender por que tantas vezes nós cristãos não nos detemos de forma apropriada ante as Escrituras para obter delas o parâmetro fundamental de orientação em tudo que se refere à vida. E com o discipulado não é diferente.

EXPLICANDO: As Escrituras do NT deixam transparecer um direcionamento sobre o que significa o verdadeiro discipulado. Este se dá na via dos relacionamentos pessoais. Que por sua vez desemboca em uma prática discipulante em que aquele que recebe o discipulado e o discipulador devem caminhar lado a lado, encontrando-se com regularidade para que ocorra a necessária instrução concernente à vida de imitação que todos devemos ter da Pessoa bendita de nosso Senhor (1Co 11.1; Ef 5.1).

TODAVIA tenho observado um conceito errôneo de discipulado: aquele que é realizado às expensas do indivíduo, ou seja, é realizado em grupos. Também se constata nesse modelo, uma imposição de conceitos e ideias sobre o que seria a vida cristã e que não permite o espaço devido para aconteça a necessária reflexão daqueles que estão sendo "discipulados". Ora, isto de forma alguma é discipulado, com tudo de significante e bíblico ele em si contém, mas é somente uma instrução cristã para um grupo de pessoas !

É ÓBVIO que, se o modelo que acabei de descrever pode proporcionar um ensino bíblico relevante e de qualidade para os membros do grupo, estará ajudando de alguma forma ao novo crente na iniciação de sua vida em Cristo. Porém, existe uma dimensão mais profunda, onde as marcas do Espírito Santo na vida do neo-cristão ocorrerão de forma condizente e duradoura e isto se dá exatamente no discipulado um-a-um.

MUITOS PODEM até declarar: "Mas não temos pessoas suficientes para ministrar aos novos convertidos." É verdade que, em algumas igrejas, não há crentes maduros em suficiência para fazer essa obra tão necessária: instruir pessoalmente os novos crentes na fé em Jesus. Outra situação é (e isso é bem pior), quando até existe um considerável número de crentes para fazer o trabalho, mas não há disposição da parte de muitos. Assim, a igreja vai caminhando em uma via errônea no que tange a um discipulado mais saudável e ideal, biblicamente falando.

O NOVO TESTAMENTO, notadamente nos textos paulinos, demonstra de forma cabal a efetividade do ensino individual. Notem que não estou menosprezando de forma alguma o ensino em grupo. Eu mesmo gosto muito de ministrar a grupos. O Senhor Jesus ministrou a grupos e a indivíduos, assim como o apóstolo Paulo, por exemplo. Mas quero ressaltar que, a importância do discipulado cristão é tão grande e tão urgente, que somente na individualização do ensino ocorrerão as transformações essenciais na vida do discípulo que o Espírito Santo anseia trabalhar.

A DISTINÇÃO nesse assunto é fundamental. Isto porque, uma coisa é o ensino bíblico no templo, no culto, a congregação reunida diante de seu pastor, recebendo o ensino bíblico fundamental. O mesmo ocorrendo na Escola Bíblica Dominical, como também em simpósios, seminários, institutos bíblicos, faculdades teológicas, enfim, esse ensino é de grande importância e, repito, eu mesmo tenho um carinho especial por ele, defendo o ensino na Igreja em todos os níveis e alcances, acredito que o ensino bíblico-teológico sistemático para grupos de pessoas deve ser muito mais incentivado na Igreja. Mas, o discipulado bíblico cristão se efetiva plenamente na dimensão mestre-discípulo, ou seja, um-a-um.

DISCORRI brevemente sobre essa questão no texto, "Os três possíveis níveis de discipulado" (16/10/2011), onde escrevi que o discipulado se dá, em primeiro lugar, no nível da grande multidão ou grande grupo, depois afirmei que o discipulado também ocorre no nível dos pequenos grupos, e finalmente, disse que o discipulado se dá, idealmente, em nível individual. Taxativamente, esse último nível é justamente o mais trabalhoso, o que dispende maior quantidade de tempo, e tempo é algo um tanto quanto escasso em nossos corridos dias. Mas, temos a obrigação de nos amoldarmos ao que a Bíblia diz e não considerarmos a ordem presente do  presente século (Rm 12.2). O Senhor nos capacitará e dará graça para fazermos aquilo que Ele ordenou em sua Palavra. Veja como o apóstolo Paulo discorre sobre a mutualidade dos membros do Corpo de Cristo em 1Co 12.12-31, e ele é bem específico - "...tenham os membros igual cuidado uns dos outros" (v.25b).  

ENTENDO que nosso Senhor Jesus Cristo ministrou na dimensão dos três níveis, para a grande multidão (Mc 2.13), para o pequeno grupo (Mc 3.13,14) e para o indivíduo (Lc 5.27,28). Jesus não queria uma multidão de seguidores atrás de si (Jo 6.26,27,60,66). Ele sempre quis que aquele que lhe seguisse, o fizesse pelos motivos corretos. Para tanto, Ele não economizava nas palavras quando tinha de chamar a atenção de seus discípulos quanto a este fato (Jo 6.67).

ATENTEMOS POIS para a beleza de uma vida autêntica de discipulado, biblicamente respaldada. Nossa sociedade conspira contra uma vida cristã plena de significado. Nossa sociedade tem como uma de suas bases a massificação de ideias, conceitos, hábitos e costumes. Mas nós somos servos de Deus e discípulos de Cristo fomos chamados para andar na contra-corrente deste mundo. E, para isso, necessário se faz um discipulado autêntico e individualizado. O mestre, o discipulador, já possuindo uma caminhada comprovada na presença do Senhor, com muita graça, unção e capacitação espiritual, além de conhecimento das Escrituras, certamente é algo por demais precioso e assim, não se deve tratar o discipulado de forma massificada, ou seja, sem dar a devida atenção a um discípulo de cada vez. Esse discipulador até pode discipular mais de uma pessoa, obviamente, mas que seja em dias diferenciados, visto que Deus deseja tratar com cada um de nós de forma pessoal e intransferível (Jo 17.3).

O DISCIPULADO CRISTÃO é algo para ser tratado de maneira verdadeiramente bíblica. Vamos refletir pois sobre o que estamos fazendo enquanto Igreja de Jesus, porque muitas vezes os modelos de discipulado que são estabelecidos (e não estou aqui falando dos motivos, isto é da alçada de Deus) não decorrem de uma profunda reflexão da liderança sobre o que a Bíblia realmente demonstra. Muitos modelos são definidos pelo pragmatismo, ou seja, se estiver mantendo a Igreja cheia de pessoas, é o que realmente importa. Mas gostaria de indagar: Desde quando uma igreja com os bancos cheios de pessoas significa realmente de que essas pessoas são de fato verdadeiros discípulos de Jesus? Para serem discipuladas efetivamente, devem caminhar não só unidos uns aos outros na grande congregação, na grande reunião, mas também e, acima de tudo, caminharem com discipuladores idôneos para ensinarem adequadamente os fundamentos da verdadeira vida em Jesus. O apóstolo Paulo escreveu: "E o que de mim entre muitas testemunhas ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem a outros" (2Tm 2.2). Paulo, mestre e discipulador de Timóteo, ensinava-lhe acerca da importância de reproduzir em outros discípulos o que ele mesmo havia recebido de Paulo individualmente. Este é um discipulado autêntico e integral.

QUE O SENHOR JESUS dê graça a todos nós para compreendermos as verdades de Sua Palavra e praticarmos um discipulado não-massificante, não moldado aos padrões pragmáticos de nossos conturbados dias. Soli Deo Gloriae !!!


O Discípulo e as Bênçãos da Salvação

Das muitas, inumeráveis e abundantes reflexões que a Palavra de Deus proporciona a todos nós, discípulos de Cristo, está o que concerne...