terça-feira, 29 de setembro de 2009

Não é vã sua esperança


Fico a pensar se em nossos momentos mais intensos de lutas espirituais, quando parece que todo o séquito infernal arrojou-se contra nós, se lembramos nesta hora de nossa grandiosa e memorável esperança que devemos ter em Cristo.

A nossa fé deve estar firmemente arraigada nas promessas da Palavra de Deus. E uma das promessas que considero a mais gloriosa, que desponta com brilho inigualável é a grande promessa do retorno de Jesus Cristo e de nossa reunião com ele.

Só a nossa lembrança desta promessa, já tem o poder de nos conceder gozo inigualável. Tive, em muitos momentos encontrado consolo e alívio ao passar a trazer à memória aquilo que me dá esperança (Lm 3.21). Claro que lembrarmos de que fomos salvos por Jesus, de que fomos regenerados, santificados, aceitos na família de Deus, tivemos nossos pecados perdoados, nos enche também de enorme alegria. Mas, o breve retorno de Jesus Cristo é o que verdadeiramente inunda nosso coração de uma felicidade sem igual.

Neste nosso mundo sujeito ao Príncipe das Trevas (1 Jo 5.19), onde a maldade cresce e crescerá a cada dia, os cristãos temos, um "segredo" que pessoas que não conhecem ao Príncipe da Paz (Is 9.6) ficam atônitas ao observar a maneira diferente que geralmente demonstramos de encarar a vida, de resolver os problemas, de enfrentar as adversidades.

Por isso também me alegro em lhe dizer, caro irmão, de que não é vã sua esperança! Alegra-te e regozija-te nisto: Jesus breve voltará, e nós estaremos para sempre com Ele (1 Ts 4.13-18).

Todavia, uma ressalva: não somos escapistas. A expectativa do retorno do Senhor, fará com que trabalhemos mais e mais pelo Seu Reino, procurando pregar a cada dia o Evangelho para que muitos tenham a oportunidade de ouvir e arrependerem-se de seus pecados.

Finalizando, convido-o a meditar em Rm 12.12: "Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração".

Que o Deus de toda esperança esteja contigo sempre, Amém!

sábado, 26 de setembro de 2009

A santidade e a solidão


É maravilhosa a vida com Jesus! Ele sempre está ao nosso lado, mesmo em momentos em que pecamos e quebramos esta maravilhosa comunhão. A companhia d'Ele é uma constante em nossa vida por meio do Espírito Santo. Disto sabemos.

Porém, muitas vezes, o verdadeiro seguidor de Jesus se vê sozinho. Ou seja, solitário de companhias humanas. A solidão, como disse o grande A.W. Tozer, parece ser o preço que o santo deve pagar pela sua santidade. Os grandes homens de Deus no Antigo Testamento seguiam por caminhos diferentes da maioria dos homens de sua época e por isso estavam sozinhos, ainda que rodeados de muitas pessoas.

Enoque, por exemplo, viveu num nível de santidade tal que Deus teve de tomá-lo para si, o mundo de então não era digno de um homem como aquele.

De Abraão, notamos no relato de sua vida em Gênesis, até onde nós sabemos, que Deus jamais se dirigiu a ele quando em companhia de outras pessoas. Era a sós, em momentos memoráveis como aquele narrado no cap. 15 que Abraão se deleitava na doce Presença do El Shadai.

Moisés também teve esta experiência do Inefável, estando a sós com Yaweh no monte Sinai 40 dias e 40 noites (Êx 24.18).

Os demais profetas eram diferentes uns dos outros, mas tiveram em comum sua solidão de entes humanos que era na realidade uma solidão forçada. Porquê? Porque, embora amassem ao seu povo e se gloriassem na religião de seus pais, sua lealdade ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó e seu zelo pelo bem-estar da nação de Israel os afastou da multidão, lançando-os em longos períodos de isolamento.

Todavia, a mais reveladora visão provém d'Aquele a quem Moisés e todos os demais profetas escreveram, que seguiu solitário para a cruz e, embora rodeado de seus discípulos e pelas multidões, sua profunda solidão não foi mitigada.

O verdadeiro discípulo de Jesus Cristo, que entrou na presença divina numa experiência interior real, não conseguirá encontrar muitos que o compreendam. Ainda que desfrute de companheirismo na vida comum da comunidade cristã, um verdadeiro companheirismo espiritual será difícil de encontrar. Sendo peregrino, em sua jornada não encontrará muitos, que, como ele, anseiam em lançar-se aos pés do Mestre.

Essa solidão faz com que aprenda, ministrado que é pelo Espírito do Senhor no recôndito de seu templo interior, o que não aprenderia, ainda que rodeado da multidão. Ele aprende que Jesus Cristo é a real razão de sua existência e fonte de sua incomensurável alegria.

Embora tenhamos falado neste espaço sobre a importância de desenvolvimento de relacionamentos para o crescimento do discípulo de Cristo, e de que o discipulado autêntico não possa prescindir de vivermos em comunidade para que ministremos uns aos outros, estamos falando nesta instância de outra dimensão de nossa vida com Deus que é o cultivo de nosso relacionamento com Ele, de uma verdadeira vida de santidade e que isto pode sim, muitas vezes, fazer com que caminhemos pela senda da incompreensão e do abandono de "amigos" e "irmãos".

Afinal, foi assim que se sucedeu com o nosso Senhor. Lembremo-nos sempre: Não podemos levar a nossa cruz acompanhados. Embora possamos estar rodeados por uma grande multidão, a nossa cruz nos pertence. Ela, a carregaremos sozinhos. Outro não a levará por nós.

A solidão do crente nasce do seu andar com Deus em um mundo ímpio e esse caminhar pode afastá-lo da companhia de outros cristãos e do mundo não-regenerado.

Mas, firme é a palavra de Jesus: "Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" (Mt 28.20). Fique firme nesta palavra irmão, em nome de Jesus, Amém!



quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Vivência de amor e de comunhão


Tenho enfatizado neste blog, a preciosidade que é a verdadeira comunhão cristã e o que representa isto para a glória de Deus e o crescimento do crente em Jesus.
Não podemos aceitar que o evangelho seja vivido como se fossemos meros religiosos. Uma das questões que costumava mencionar aos meus alunos de curso teológico era o fato de que a igreja cristã em seus primeiros trezentos anos, não possuia templos. Reuniam-se os cristãos em casas, as residências eram os espaços físicos que abrigavam os grupos de crentes para cultuarem e adorarem a Deus.
Sendo assim, faz-se necessário lembrar que o discipulado eficaz deve ser vivenciado em espaços de acentuada intimidade vivencial. Isto porque, a razão de a igreja em seus primeiros anos ter um fervor e um crescimento fenomenal se explica pela prática plena do real discipulado, não eram meramente "religiosos cristãos" mas eram, de fato, discípulos (aprendizes) de Jesus Cristo.
A dinâmica do "uns aos outros" acontecia espontâneamente. Nada era imposto, nada era forçado. Tudo fluía "sem força e sem violência, mas pelo Espírito do Senhor" (Zc 4.6).
Com isso, não estou absolutamente defendendo que hoje a Igreja cristã deva deixar os espaços físicos dos "templos" (nós somos o verdadeiro templo do Senhor) e passar a reunir-se somente nas residências dos irmãos. Mas precisamos urgentemente retornar à dinâmica vivência que havia na igreja primitiva. Vivência de amor. Vivência de comunhão. Vivência de compartilhamento de vidas.

Os pais e mães espirituais devem assumir sua responsabilidade pelos seus filhos espirituais.

A PALAVRA DE DEUS deve ser vivida, pregada, ensinada e estudada (1 Tm 4.12-15).

A ORAÇÃO deve ser prática contínua, pois é um privilégio e um dever (Lc 18).

Não somos religiosos. Nós estamos sim, a cada dia procurando seguir a Jesus e cada vez mais ficarmos parecidos com Ele. E juntamente, trazendo outros a esta mesma dimensão de vida.

Uma verdadeira igreja cristã deve proceder assim. Que o Senhor te abençoe e te guarde, Amém!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Reflexão necessária


Porque tendemos a ser desonestos quando deveríamos ser o mais transparentes possíveis em nossos relacionamentos?

Porque agimos de má fé quando nós mesmos não desejaríamos ser tratados do mesmo modo?

Porque desprezamos depressa a sinceridade, a pureza e a cortesia quando interagimos com outrem?

Porque não falamos a verdade, mas amamos deturpá-la para nosso próprio e duvidoso benefício?

Porque perdemos facilmente a calma e não procuramos transitar pela difícil trilha da paciência e amabilidade?

Porque nos mantemos distantes quando deveríamos nos aproximar para ver o que se passa com nosso semelhante?

Porque achamos a grama de nosso vizinho mais verde quando tudo o que precisaríamos fazer era podar e regar nosso próprio gramado?

Porque seguir a Jesus torna-se fardo quando deveria ser o mais maravilhoso empreendimento de que um ser humano poderia participar?

Pense hoje sobre isso, eu também e antes de você já estou fazendo isto.............

Fique com a paz de Jesus, hoje e sempre!

Cicero

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Reconstruir relacionamentos


Não há dúvida de que devido ao crescimento de nossas cidades, as pessoas ficaram mais distantes umas das outras e algo natural como o compartilhar sentimentos, opiniões, vidas, fica aquém do que realmente Deus planejou para que fizesse parte de nossa vida. O ser humano é gregário por natureza, sente a falta de companheiros, pessoas como ele que querem compartilhar suas vidas. Isto idealmente, porque muitas vezes têm predominado o egoísmo e o individualismo.

Ao criar Adão, logo em seguida Deus viu claramente de que não seria bom de que o homem que criara ficasse só. A necessidade de uma companhia era algo patente e bem podemos imaginar, logo após a criação da mulher, a alegria e a expectativa de Adão.

Não é diferente hoje no âmbito cristão. Ao planejar a Igreja, o Senhor Jesus certamente incluiu a interação entre seus membros. A dinâmica do "uns aos outros" tão claramente delineadas nas epístolas é algo muitíssimo necessário e de uma vital importância para todo discípulo de Jesus.

Mesmo o pecado no coração humano não conseguiu totalmente destruir esta necessidade de companhia que todos temos. O pecador redimido por Cristo, ou seja, eu e você, podemos, com a ajuda do Espírito Santo, reconstruir nossos relacionamentos prejudicados que foram pela presença incômoda do pecado.

Salvos fomos por Jesus para desfrutar de relacionamentos de qualidade. E o discipulado proporcionará um excelente terreno para que possamos aprender como podemos nos relacionar adequadamente com nossos semelhantes, quer sejam cristãos ou não. O testemunho do Espírito Santo por meio das Sagradas Escrituras é crucial para caminharmos nesta direção. Os pais espirituais que todos podemos vir a ser deverão enfatizar com acuidade este aspecto relacional de nossas vidas.

Desejo a você, quem quer que seja e onde quer que esteja as mais ricas bençãos de nosso Pai de amor!


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Características dos pais espirituais


Não estamos a defender que um pai espiritual tenha que ser um "gigante espiritual". Para que possa treinar a outros nos caminhos da fé cristã, devemos entender que nenhum de nós é um produto acabado. Estamos todos na mesma senda de aprendizado, e compreendamos juntamente de que alguns, obviamente, já têm uma caminhada mais aprofundada, têm mais "quilômetros rodados" na companhia de Jesus. Deus usa pessoas comuns. Deus quer usar você e quer usar a mim para que possamos ajudar a outros a crescerem em direção à maturidade conforme os desígnios de Deus para os Seus filhos.
Jesus expressou o melhor modelo de pai espiritual. Ele andou aqui na terra na companhia de seus doze discípulos e sabia melhor do que ninguém de que os valores do Reino eram melhor aprendidos na prática do que na teoria. Jesus ensinava magistralmente por meio de experiências comuns do cotidano enquanto deslocavam-se de uma localidade a outra. Ele esteve inteiramente acessível aos seus discípulos nos três anos em que estiveram juntos. Os discípulos puderam aprender em primeira mão várias nuances e facetas do Reino de Deus e sua aplicabilidade na vida diária. O exemplo e a demonstração de Jesus fazia com que aqueles doze homens aprendessem ativamente acerca do Reino de Deus.
Assim, é necessário que sejamos pais espirituais que, à semelhança de Jesus Cristo, labutem por perpetuar um legado santo sobre o que significa ser filho do Reino. Seguem cinco características que todo pai ou mãe espiritual para que guie adequadamente seus filhos espirituais.

1) PAIS ESPIRITUAIS DÃO O EXEMPLO - Porque para crescer em Deus, precisamos de alguém que fale às nossas vidas.

2) PAIS ESPIRITUAIS DÃO AOS FILHOS UM SENTIDO DE IMPORTÂNCIA - Porque um dos alvos de um pai é empenhar-se em desenvolver valor próprio saudável em seu filho.

3) PAIS ESPIRITUAIS VÊEM O POTENCIAL - Porque a responsabilidade de um pai ou de uma mãe é reconhecer os traços não desenvolvidos em um filho ou em uma filha e ajudá-los a traçar metas e a usar e desenvolver seus dons agora para que Deus possa usá-los mais plenamente no futuro.
4) PAIS ESPIRITUAIS ESTÃO DISPONÍVEIS - Porque pais e mães espirituais são indivíduos altruístas e deverão fazer todo possível para estar acessíveis e disponíveis aos seus filhos.
5) PAIS ESPIRITUAIS PARTILHAM - Porque partilhar significa dar ao outro o que temos e somos. Por meio do ensino e influência de um pai espiritual, ele está partilhando com o seu filho espiritual.


Irmãos, nossas igrejas hoje no Brasil e em muitos lugares do mundo carecem de pais e mães espirituais que tenham estes característicos
, que proporcionem o pleno desenvolvimento de seus filhos espirituais. Se em pais, humanamente falando, devem ser imprescindíveis tais característicos, ainda mais no tocante a pais espirituais que têm a grande responsabilidade e privilégio de imprimir o caráter de Jesus em seus filhos. O verdadeiro discipulado depende da mentoria espiritual, da paternidade espiritual. Oro para que a Igreja de Jesus possa experimentar a benção da paternidade espiritual em sua plenitude. Se de alguma forma estes artigos têm falado com você meu irmão, não deixe de postar o seu comentário. Que a alta mão do Senhor seja sobre a sua vida hoje e sempre onde você estiver!

(Nota: As características dos pais espirituais, com pequenas adaptações, foram extraídas do excelente livro "O Clamor por Pais e Mães Espirituais" de Larry Kreider publicado por Ministério em Células no Brasil)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Definindo uma verdadeira paternidade espiritual


Temos falado neste espaço algumas coisas referentes ao discipulado cristão. Você, que acompanha este blog (e peço seu perdão pela ausência de alguns dias), sabe que é muitíssimo importante para o crescimento e amadurecimento de um neófito na fé cristã que ele esteja sendo devidamente acompanhado. Não quero parecer redundante, mas uma criança, todos sabem, não sobrevive sozinha sem o devido cuidado. Assim também é com o novo convertido à fé cristã. Por isso, faz-se extremamente importante que ele tenha um pai espiritual, alguém que o acompanhe, alguém a quem possa recorrer, que lhe seja acessível, a quem possa compartilhar suas dúvidas e anseios.
O apóstolo Paulo se autodenomina pai várias vezes no NT, mas ele usa a palavra "pai" não para denotar "autoridade" mas "afeição." Portanto, ele não os chama de seus servos mas seus filhos amados (ver 1Co 4.14).
E este é um trabalho onde não se vê a proeminência (no bom sentido, entenda-se) que se verifica naqueles que pregam ou que ensinam, ou cantores e músicos. Na grande maioria das vezes, a paternidade espiritual ocorrerá por detrás das cortinas. Sem alarde. Isto acontece porque ser pai espiritual de alguém não é algo que você faz mas é algo que você é.
Antes de tudo o pai espiritual é um servo. Antes de mais nada o seu ofício é ajudar o seu filho espiritual. Ele ajuda seu filho espiritual para que alcançe potencial dado por Deus. Ele ensinará verdades bíblicas, todavia ele se concentrará em cuidar e ajudar o filho em todos os aspectos da vida. Os pais espirituais também podem ser chamados de mentores ou treinadores porque estão em condições de ajudar seus filhos e filhas espirituais a transpor os obstáculos em sua jornada na vida cristã. Conforme disse determinado autor, "mentorear tem que ver com como posso ajudá-lo? em vez de o que devo ensinar-lhe?"
De maneira que, antes que você diga que esteja pronto a ser um pai ou uma mãe espiritual, examine sua motivação. Verifique se este realmente é um desejo real em seu coração, se você tem o desejo arraigado de ajudar outros a crescerem em Cristo. Talvez você já tenha considerado isto como algo de somenos importância, mas cada vez mais, pastores, igrejas e ministérios tem reconhecido que é perigoso menosprezar a paternidade espiritual. O autêntico discipulado cristão depende de pais e mães espirituais zelosos e constantes neste mister. Na próxima postagem falaremos sobre as características dos pais espirituais conforme a Palavra de Deus.

Que você tenha uma ótima semana na presença do Senhor!











sábado, 5 de setembro de 2009

Discipulando para ser igreja saudável


Christian Schwarz, líder do Instituto de Igrejas na Alemanha, realizou um estudo alguns anos atrás onde pesquisou mais de 1000 igrejas em 32 países e finalmente resumiu as oito qualidades para uma igreja saudável. São oito marcas de qualidade de igrejas que têm crescido ao redor do mundo. Confira.

1) Capacitação de uma liderança onde os líderes acompanham os cristãos levando-os a usar seu potencial espiritual;
2) Ministérios direcionados de acordo com os dons dos cristãos, encorajando estes a servirem em uma área relacionada com seus dons;
3) Uma espiritualidade ardente, intensa;
4) Estruturas funcionais, onde a liderança busca sempre estruturas que venham aperfeiçoar a organização da igreja (funcionalidade e maleabilidade);
5) Um louvor inspirador onde o Espírito Santo está presente e é sentido no culto;
6) Pequenos grupos holísticos que vão além de apenas discutir passagens bíblicas, mas fazem também uma aplicação prática da mensagem;
7) Um evangelismo direcionado pelas necessidades dos não cristãos; as necessidades e questões dos não cristãos são os focos do esforço evangelístico;
8) Relacionamentos firmados no amor os quais possibilitam as pessoas experimentarem o amor cristão e verificar que ele é real.

É maravilhoso constatar que em todas estas marcas de qualidade, destaca-se grandemente o fator discipulatório. Uma igreja que cuida do discipulado é efetivamente uma igreja de qualidade e pode perfeitamente apresentar estas oito marcas. De nossa parte, queremos aqui firmar um compromisso com Deus acima de tudo e com nossos amados irmãos e leitores deste blog, de sempre trazer à lume estudos que possam servir em sua caminhada com Cristo. Cremos na efetividade de um discipulado que possa trazer os crentes a uma maior e mais intensa vida de fé em Jesus Cristo. Que Deus abençoe você onde quer que você esteja!

O Discípulo e a Identidade de Cristo

É possível que alguém se reconheça como cristão, que deposite fé na Pessoa de Jesus Cristo, que confiou nEle como seu Único Salvador e ...